A Minha Iniciação


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Quando de minha Iniciação, eu não tinha a menor idéia do que iria acontecer, mas tive o cuidado de pas­sar o dia, em sua maior parte, em meditação, pois, algo dentro de mim indicava que tinha que estar prepa­rado para tomar uma séria decisão, que iria ser para o resto de minha vida.
Quando cheguei á porta do T.’., senti a sensação de que realmente, por mais que eu tivesse estudado muito sobre espiritualidade e procurasse com todos os meus esforços a busca do meu Eu Superior, realmente não sabia nada e muito tinha que apren­der.
Colocado na Câmara de Refle­xões, procurei, me entregar ao meu Mestre Divino e ao meu Anjo da Guarda, para que se não fosse a Maçonaria o caminho que devesse seguir, tivesse eu coragem suficiente em me retirar; mas se fosse a maçonaria, realmente o meu caminho, que me dessem coragem para continuar.
Nestas condições, procurei fazer as minhas declarações, despojan­do-me de todo o egoísmo, de todos os meus desejos, medos, preocupações e inseguranças, pro­curando ficar o mais calmo que pu­desse, para que do fundo do meu ser, eu não só fizesse as minhas de­clarações, mas, principalmente, as­sumisse com todo o meu amor o novo caminho que meu Eu Interior me indicava,
Quando das pancadas na Porta do T.’. para que tivesse permissão de entrar, tive uma sensação forte, pa­recia que minhas forças tinham do­brado e uma certeza absoluta, que a partir daquele momento,uma nova vida iria começar, pois se eu sempre procurei seguir sozinho o caminho da Senda, aquele momento era uma recompensa pelos meus esforços,em 20 anos de busca. Sei plena e convictamente, que minha Iniciação foi, como o nome já diz, apenas o inicio;
muito, mas muito mesmo tenho que aprender e me dedicar, se quero encontrar-me como meu Mestre In­terior.
Através da virtude, que me leva à prática do bem, com disciplina que me ajudará eliminaras vícios e com amar a todos os meus Irmãos, tenho a certeza que me tornarei um Maçom. Sei plenamente que não será fácil, e sei que poderei sucum­bir, mas, se isso acontecer, terei a dignidade de dizer que pelo menos tentei.
Quando do juramento que fiz so­bre a Taça Sagrada, em meditação, vislumbreí, que o caminho inicialmen­te se parece com a primeira gole, gostoso, saborosa, nos dando von­tade de beber toda a Taça.  Posteri­ormente percebi, se formos com muita sede a Ela, beberemos o amargor da (quássia), pois para continuara bebera gostoso, deve­mos ter paciência, disciplina, força de vontade e muita consciência de que somos apenas A.’. M.’. e se que­remos chegarem algum lugar deve­mos ser obedientes e prestar muita atenção às instruções que serão dadas nos despindo da vaidade, egoísmo, ciúmes, medo e inseguran­ça, enfim procurar com todas as nossas forças eliminar os erros.
Ao efetuar as viagens comas olhos vendados, procurei sentira máximo que pude, como se elas deixassem de ser simbólicas e tornassem verdadeiras, fiquei calmo, muito seguro, pois tinha a certeza absoluta que meu guia me traria de volta, mas que posteriormente deveria meditar mui­to sobre elas, pois como já ouvi dizer, na Maçonaria nada é feito por aca­so, tudo tem sua finalidade, e as viagens têm muito o que ensinar.
Quando o Ir.’.  Hosp.’. me pediu um pequeno auxílio, para os desgra­çados que devemos socorrer, não me senti humilhado por não poder contribuir, mas, sim, impotente, pois foi neste momento que percebi, que se não fizermos parte de um todo e não estivermos unidos com nossos Irmãos, sozinho não conseguiremos fazer nada, pois, além de não termos metais, não teremos força para auxi­liar aqueles que necessitam.
Quando tive os olhos desven­dados e me dei com todos os Iir.’. MM.’., apontan­do as espadas para mim, tive vontade de chorar, pois foi neste momento que me vi como sou: PEQUENO E IGNORANTE.
Ao receber o Avental, os pares de Luvas Brancas, o Código das Legisla­ções e o Ritual, como todo pequeno e ignorante ser, me senti orgulhoso, quando na realidade deveria me sentir agradecido e muito agradeci­do, por ter essa Ordem, me recebido fraternalmente e permitir que eu fi­zesse parte dela, como um Iniciado A.’. M.’..
Assim, tenho a convicção que renasci e consciência que ainda sou uma P.’. B.’. e para lapidar-me, mui­to, mas muito tenho que aprender através da disciplina, paciência, obediência, meditação, estudo e dedicação.
Agradeço do fundo do meu coração ao GADU, ao meu Mestre Interno, oa meu Anjo da Guarda, ao meu padrinho e a todos os meus Iir.’. MM.’., por me darem esta oportunidade de participar de tão V.’. Or.’. enviando a todos os meus Iir.’. MM.’. dessa V.’. L.’. o meu T.’. F.’. A.’..

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