Médicos e maçonaria

Na Idade média existiam as guildas. Entre elas a de construtores, portanto maçons, já que é o termo francês para  a profissão.

As confrarias foram muito importantes em um período e o fiasco em outro. Primeiro serviu de lugar de transmitir e cultivar o conhecimento. Então a guilda dos padeiros transmitia e cuidava para que o pão fosse melhor. O artesão de madeira a mesma coisa.

Porém, depois de vários séculos, esse guetos passou a ter tanto prestígio que se desleixou. Logo, passou a exercer poder, conquistado ao longo de muito anos e por méritos, para conter a todo custo qualquer coisas que não fosse o deles. O que acarretou na perda de qualidade.

Os médicos de hoje se assemelham. Para garantir a qualidade do atendimento médico é preciso rigor. Sistema sério de formação, profissionais em constante treinamento, condições para o trabalho. Ótimo, depois de algumas décadas, no caso do Brasil, a coisa parece ter chegado no mesmo estágio das Guildas. O que importa é garantir privilégios, mesmo a custa de não haver médicos para atender a população brasileira. O que é pior, o poder da classe médica serve até mesmo para esconder que há outros métodos de medicina pública, como é o caso muito eficiente de Cuba. Na tentativa desesperada, apela-se para práticas irracionais e racistas contra os cubanos. Querem fazer uma campanha apocalíptica contra a Presidenta, pois Ela ousa fustigar o local sagrado e de elite da classe médica.

Coisa muito idêntica das Guildas medievais. Porém um dia elas tiveram que ceder e, em última análise, houve novidades técnicas e novos modos de existir.







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