Filósofo de Havard

Ou a exemplificação da mediocridade da "colônia". Fico me perguntando que outrora o mesmo se dava com as últimas de Lisboa, da corte. Ou ainda, as cartas Papais e suas implicações no Reino e, sobretudo, na colônia do reinado.

Incrivelmente substituímos a religião e a teologia, que tinha como centro Roma, para a Economia e a mercadologia ou mercalião, mercaligião, uma nova modalidade de sagrado e a Nova Roma: Nova Iorque(sic).

Como todo sagrado que se torna institucional, as técnica burocráticas tendem a introduzir novidades muito funcionais, mas apolíneas demais. O que acaba por matar o novo objeto sagrado em nome de perpetuá-lo. Pois bem, não mais Padre Anchienta a causar corre-corre entre as beatas, agora são os padres americanos e suas máximas dogmáticas. A presença deles entre os de baixa-estima causa furor, jubilo. Por mais que eles repetem as mesmas formulas dogmáticas.

Aliás. Oscar Wilde já sabia disso. Ao afirmar que os estudos deforma as pessoas, mas que os padres e bispos não se deformavam por não serem estudiosos. Repetem a mesma coisa sempre, logo não precisam de esforços.

Filósofo de Havard diz que a roda é redonda e todos entram em delírio. Ora, que raios, fomos nós os lusitanos a inventá-la.

Mas precisamos da chancela do Papa para acreditarmos em nós mesmos.

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