Modernos? que nada, medievais!




Conhecimentos filosóficos e outros vizinhos como os místicos defrontam de dois modos com a vida cotidiana. O primeiro é a total falta de interesse.  O segundo é a formação de um mundo sem nexo com a vida ordinária. Alias, nesse grupo pode ser posto os que aderem a uma religião que faz proselitismo.

O esforço para uma terceira via encontra resistência dos dois grupos anteriores. Aos quais podemos somar ainda o mundo acadêmico em geral. Um lugar ao sol para tais saberes fica restrito aos próprios cursos de filosofia, teologia e ciências da religião. 


Portanto, podemos verificar que o constante apartamento dos saberes não só deixa para trás vários conhecimentos, que outrora foram as bases deles no presente, mas acentuam o isolamento como prática de Poder. Afinal, eu quero “ter esse” saber que me dá poder. Assim podemos pensar o frenesi histérico (!?)  pela “magia” das “novas tecnologia”. Elas não só são nossa mágica contemporânea, mas podem também serem relacionadas à ideia judaica/crista de messias, que curiosamente compunha a cena da chegada do messias montado em um cavalo branco e sobre as nuvens. Em épocas de “nuvens” computacionais só nos falta o cavalo, já que o messias me parece ser o Grande App, dos quais app menores estão sempre a nos adiantar sobre sua grande chegada. 

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