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Mostrando postagens de Junho 18, 2015

Escola Polivalente: um exemplo de aberração!

O pacote Polivalente foi feito na década de 70; em Conselheiro Pena temos um exemplo singular desse projeto.

Um prédio muito bonito para os padrões arquitetônica da pequena cidade do leste mineiro. Contudo, o próprio prédio já é sintoma de algo mais profundo.

Sua arquitetura, que estampa uma placa na entrada referindo-se a parceria do MAC e da Agência Americana(norte) USAID, já é uma exemplo de como o projeto era e é alienante. O predio tem teto para lugares que neva; isto mesmo, o teto é preparado para onde cai neve; contudo, no leste mineiro faz temperaturas que frequentemente passam os 35oC;

Depois, a região é produtora de leite. Teve seu histórico ligado ao café e depois ao leite. Tal escola, preocupada em formar técnicos, pois na ideologia dos milicos nós precisávamos disso, formava técnico em contabilidade. Bem, e o meio rural?

Esse não era nem mesmo apresentado na história curricular. Se tinha uma tal Prática Agrícola, uma Prática Industrial, etc. Mas não havia propriamente pr…

Filosofia do sexo e sexo da Filosofia!

Ghiraldelli é um filósofo que optou por utilizar uma linguagem peculiar para divulgar as suas ideias. A exemplo do famoso Sócrates que perambulava pela praça (ágora) la da Grécia Antiga, o atual pensador perambula pela internet. E como ele chama a atenção nessa praça barulhenta, cheia de gente?

O sexo e termos ligados ao sexo. Tema amplamente requisitado na rede web. E por isso que vamos encontrar em seu site várias referências à sexo. Diferentemente de Olavo de Carvalho, Ghiraldelli é um filósofo e escreve como filósofo. Posso pensar que seu jeito é por demais radical para o meu estilo conservador; mas reconheço que sua técnica consegue fazer barulho.

Sua radicalidade socrática também lhe rende processos.  Tanto na Unesp quanto na Federal Rural do Rio, mas vejo que Ghiraldelli  é determinado no seu estilo de filosofar. Não se preocupa nem mesmo com o lugar carola dos ensinadores de história da filosofia. Tarefa que o cara da "coruja" parece não estar muito preocupado.

Mist…

ghost writer: puta da escrita!

Escritor fantasma nada mais é do que um tipo de prostituição? Ora, escrever para o outro e ele encampar como autor seria o quê?

Por mais delicado que alguns tentam apresentar a profissão, dizendo que se destina a pessoas "qualificadas", mas sem tempo ou jeito para escrever, etc... Não vejo outra explicação possível para tal feito se não algo semelhante à prostituição; onde você vende para alguém o direito de "usar" seu corpo, uma parte dele, por um determinado tempo. No caso da puta(o) tradicionais sãos os orifícios ou saliências. No caso do ghost writer é o cérebro mesmo você "aluga" para alguém usar "como se" fosse dele.

Enfim, podem argumentar, mas tal atividade é prostituição.

Ps.
Nesse blog seria eu mesmo ou um ghost?

Greve dos Professores de SP: resultado?

As condições dos professores dos Estados e Municípios degrada desde os anos 80. Toda prosa de melhoria ainda é prosa; a profissão contínua sendo uma das piores do ponto de vista de saúde psíquica, figurando ao lado, bem pertinho, de carcereiros e estivadores como sendo as profissões que mais provocam o adoecimento psíquico.(em breve ronda na internet se encontra índices formais que comprovam a cena.afirmação)


Doutro lado, descobri duras penas o "representante" do trabalhador. O profissional do sindicato, aquele que se retira da "rotina da profissão" e passa a representá-lo. Bem, isso vira profissão, sindicalista e com o passar do tempo ele não é mais da categoria que representa, mas outra coisa.

No caso do magistério tais profissionais agem independentemente. Suas decisões caminha ao largo da base; existe um esforço para incluir essa base; que também não tem tempo para militar, desinteressem etc. O que auxilia a independência do representante em relação a base.

De…

A roça, meio rural, o matagal!

Curioso como a vida dá voltas. Quando na década de 80 migrei para a cidade, a "roça" era o lugar do atraso. Fui para a cidade para estudar, sem estudo não se era ninguém.

Depois de 30 anos a roça ganhou novo nome e público. Agora se mencionarmos "meio ambiente"(equivocadamente tomado como apenas o matagal, as plantas, o bichos...), ecologia, sustentabilidade, logo veremos os meninos da "vila Madalena, do Leblon, dos Jardins" logo se simpatizarem.

A cada dia tais adolescentes tem feito com o tema dispute um lugar em meio ao papo do consumo corrente entre os seus amiguinhos. O ambiente vira e encaminha para ser hegemônico enquanto novo discurso político.

Nele passa batido o preto, a puta, o traveco, a luta de classes. Se desloca o embate que há entre os indivíduos para um tema "legal", cheiroso.

Ainda que a contradição é brutal. Pois quando nos aproximamos de tais discursos, quando vamos viver no cotidiano com tais propaladores do "verde&quo…