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Mostrando postagens de Agosto 17, 2015

Manifestações do dia 16

Penso que é oportuno que a classe média saia às ruas para protesto. O problema não são as manifestações, mas o fato de que ela é direcionada a um único partido. O problema posto desta forma é ingênuo e beneficia aos caciques da política nacional. Já é antigo a história de "bode expiatório", quando se tomava o animal, antes todos falavam no seu ouvido as mais repugnantes infrações morais,  e o apedrejavam até à morte.

Enfim, claro que os problemas e a realidade continuavam os mesmos, mas se alcançava uma sensação provisória de descarrego. Esse é o risco dos protestos. Serem estribados sob uma idealidade do real que parece relutar em confrontar outras coisas. Esse lado é muito ruim, pois não se amplia a crítica política e ainda se movem em ideais que mesmo negam à realidade.

O ódio de Pondé: um pensador de TV!

Luiz Felipe Pondé é um professor de Filosofia que escreve na Folha de São Paulo. Por isso e por outras produções, como também a sua formação acadêmica, podemos considerá-lo, e isso independe de nós, efetivamente um Filósofo. No último artigo publicado na Folha, segunda-feira 17 de agosto - um dia depois do dia do filósofo, seu tema foi o ódio. Procurou discorrer acerca de como o assunto ganha matizes distintas dependendo da posição política. A saber, quando é na esquerda a coisa é romântica, contudo, quando é na direita é odiosa e nada procura disfarçar o ódio. 
O artigo ficou meu truncado, me parece que o autor de "Guia do Politicamente Incorreto da Filosofia", poderia ter sido mais claro e direto. Sua ideia era dizer que uma esquerda, seu objeto de crítica nos últimos tempos, tende a disfarçar suas ações que geram ódio; enquanto a mesma ação no meio da direita é vista sem tais disfarces e os responsáveis por tal disseminação seria os partidários da esquerda. 
Em seguida, …