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Mostrando postagens de Janeiro 20, 2016

Viver de Filosofia?

Poucos fariam a mesma pergunta para engenharia. Contudo, se nos atermos alguns segundos, podemos verificar que a resposta “viver de engenharia” tem seu lado absurdo. Especialmente se ela for feita por adultos que já se livraram da angustiante tarefa da escolha profissional. 
Após esse momento confuso ou cheio de possibilidades (pelo excesso nos deixa na dúvida se estamos fazendo a escolha certa), a pergunta corrente é pela felicidade. O que eu faço me faz feliz? É claro que o que eu faço, a natureza desse fazer, importa para a maioria das pessoas. Você espera que sua atividade faça bem às pessoas e por isso também lhe faça bem. 
Utópico, creio, pois o que assistimos são desconexões diversas. Não só o problema clássico do trabalho industrial, retratado no filme, “Tempos Modernos”, de Chaplin, mas fazeres abstratos demais para nossas demandas estéticas. 
Por demanda estética quero sinalizar que nós humanos gostamos de participar não só da concepção de uma cadeira, mas de todo o processo de…

Amor eterno

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Era fácil jurar amor eterno, quando, no Brasil, a média de idade era de 40 anos. Hoje, com media chegando aos 80, dá ao menos duas eternidades.