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Mostrando postagens de Outubro 21, 2016

O ócio produtivo: ociosos ansiosos!

Introito Esse texto é dedicado aos (meus!?) amig@s, Luciana, Cláudia, José Carlos, Givanildo, Estevam, ociosos de caminhada. Que sempre tiveram um ócio para os amigos, que “flanam" (fr. flâneur) com frequência, que curtem uma prosa ao léu.
Introdução A presente divagação/texto tem como objetivo discorrer sobre o problema do “hiper-objetivismo” de nossos dias. De como tal “performance de varejista” nos inibe do ócio necessário para simplesmente estarmos conosco. E de como tal exterioridade “objetivista” nos possui, e nos impede, foco principal da minha reflexão atual, de compreendermos não só filosofia como exercício, mas de termos espaço em nós para uma contemplação do inominável; ou, para um bordão, de cuidarmos mais dos temas da mística (espiritualidade).
1. Ócio instrumental
O presente pode ser sempre uma leitura do passado, dos vários passados e um posicionamento distinto deles. Porém, o condicionante “pode" nos chama a atenção. Poucos somos os que procuramos esse equilíbri…