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Mostrando postagens de Setembro 29, 2010

Ser Pesquisador e não Ensinador!

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Na divisão do trabalho é que o capitalismo consolida a mais-valia. Nesse sentido é lógico, para o capetalismo, que alguns escrevam e outros reproduzam. Faz parte do jogo de poder, pois quem dita a verdade são alguns poucos eleitos das "uspis" da vida. A primeira postura que precisa ser mudada é não se contentar com ser ensinador. Você pode montar um grupo de filosofia aos sábados na sua escola e nele produzir o mais precioso material de ensino de Filosofia. Você pode sistematizar debates fantásticos com seus alunos sobre qualquer texto clássico. Basta você conceber todo esse fazer em vistas de publicar algo. Vamos proseando nesse blog. Estarei postando mais coisas sobre o ensino de Filosofia e como nossa prática pode e deve ser um fonte preciosa de pesquisa. Se você fizer isso certamente qualquer projeto de Mestrado em Educação terá interesse no seu trablho, pois ele de fato vai contribuir. Abraços. Prof. Me. Almeida

O Contato Estético no ensino de Filosofia

Nietzsche desenvolve sua obra, principalmente o jovem Nietzsche, no entorno de um projeto de cultura dita trágica. Aliás, em o nascimento da tragédia pode-se pensar em projeto de formação da cultura do povo através do renascimento do trágico. Na prática como fazer isso. Penso que o primeiro passo é pensar o ensino da filosofia fora dos espaços escolares. Nietzsche no seu tempo faz ácida critica aos estabelecimentos de ensino, o que se poderia fazer o mesmo nos dias de hoje. Penso que é preciso deslocar o ensino de Filosofia para outros espaços na sociedade. A filosofia precisa ganhar força fora da escola se ela quiser ter alguma posição mais favorável dentro da escola. Que tal criarmos os círculos de cultura de que fala Paulo Freire? Com descomunização do mesmo e sua tragicizasão. (o Conceito de Trágico é uma longa prosa.) É nisso que estou trabalhando atualmente. Prof. Me. Almeida.