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Mostrando postagens de Abril 28, 2011

Uma breve história da Filosofia

Filosofia Antiga Trata-se do início da Filosofia, da identificação de seus primeiros problemas. A Filosofia Antiga abrange um período que vai do final do século VI a.C. até o século VII d.C. Seus espaços iniciais foram as cidades-estados da Grécia, mas seu desenvolvimento atingiu várias cidades do Império Romano, como, por exemplo, o norte da África. Ela foi escrita, de modo geral, em grego e latim antigos, mas os espaços culturais onde foi desenvolvida esta Filosofia eram bastante heterogêneos. Muitos textos desses pensadores acabaram perdidos, restando-nos apenas alguns livros e fragmentos. Filosofia Medieval Por Filosofia Medieval, deve-se considerar a Filosofia no período que vai do século VIII ao século XIV. Seus espaços foram, principalmente, os mosteiros e ordens religiosas européias, onde a Igreja Católica tinha hegemonia. Entretanto, houve manifestações filosóficas fora do mundo cristão, em especial nos mundos árabe e judeu. A Filosofia desse período foi uma das

História Concisa da Educação

Esboços da história da Educação: a antiguidade aos nossos dias. Cídio Lopes de Almeida O que nos motiva nesse trabalho é fazer notações sobre os principais momentos da história da educação. Desejoso de orientar a prática educacional no presente busca-se nessa disciplina, História do Pensamento Pedagógico, e no curso de Pedagogia, familiarizar com as principais diretrizes da educação no Ocidente ao longo da clássica periodização de nossa História.

A Natureza do Curso de Filosofia e Maçonaria

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A natureza de um curso de Filosofia caracteriza-se por uma abstração ou uma retirada estratégica das questões práticas. Contudo, não é possível fazer a inferência de que estudar filosofia é viver no mundo da lua. Trata-se de uma retirada estratégica e não uma retirada aleatória da realidade. Mas por que isso? É preciso se desligar das coisas ditas práticas, da correria dos grandes centros urbanos. Faz necessário uma suspensão provisória dos apelos ordinários e um entregar-se por completo à divagação filosófica.