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Mostrando postagens de Fevereiro 5, 2013

Ficções Jurídicas em Hans Vaihinger

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Para o público leitor do nosso Blog e que tem como profissão o Direito ou o magistério em Filosofia eis uma dica de leitura. Excelente obra na medida em que cumpre dois objetivos estratégicos: demonstra ao profissional de Filosofia as implicações práticas do saberes teóricos desse campo do saber, as vezes isolada no magistério e, como segundo objetivo, demonstra ao profissional do Direito o quanto pode ser produtivo o arcabouço filosófico para seu labor na seara jurídica. Ficções Jurídicas em Hans Vaihinger. Francisco de Assis e Silva Quant.:    A Filosofia do Como Se em Português. O tema das ficções e suas implicações nos mais variados campos do saber recebeu na volumosa obra Filosofia do Como Se de Hans Vaihinger tratamento exaustivo. Consistiu em um longo trabalho do autor que fez várias revisões e mesmo reelaborações em algumas partes da obra. Recentemente foi publicado em língua portuguesa a tradução dessa volumosa obra. O trabalho é de

Estética e Educação em Nietzsche: Livro

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Caros leitores do Blog AMF, agora vocês poderão adquirir a obra do Prof. Cídio Lopes de Almeida. Estética e Educação em Nietzsche. Fruto da dissertação de mestrado sob orientação do Prof. Dr. Franklin Leopoldo e Silva.  Quant.:    "A ideia de educação trágica ou educação da vontade que se caracteriza pelo cuidado de si e pela transformação é o fio condutor deste livro. O leitor encontrará no presente trabalho o exercício de Cídio Lopes de Almeida em demonstrar, em três obras de Nietzsche, como o autor pensa a Educação e a Estética. Enquanto referencial teórico, a estética e a educação trágica permitem pensar uma educação que concebe o humano como construtor de sua condição através da criação - atividade essencialmente artística. "

Profissão de Filósofo - PROJETO DE LEI No, DE 2011 (Do Sr. Giovani Cherini)

--> Segue abaixo o projeto de Lei sobre a Profissão de Filósofo.  Apenas sugiro que seja formulado outro modelo de Instituiç ão Regula dora e não a A cademia Brasileira de Filoso fia. Em sã conscien cia, dessa forma não dá para apoi ar a regulamentação da profissão. Isto é mais parecido com uma "ses- maria". Eu mesmo defendo a regulamentação da profissão, a despeito dos posicionamentos dos Filosófos da CAPES -ANPOF , porém , nos termos de uma Academia Brasileira de Filosofia não dá de modo algum.  O orgão de regulamentação deve ser eletivio ou semelhante aos con selhor Federais de P sicologia, Medicina ou OAB.  Pelo amor de Deus, será que o pessoal da ABF n ão tem no ção do r idículo, d a a fronta ao Estado de Direito , à Demoncracia e, fina lmente, a nossa intel igência de seres humanos ?  Sim a regulamentação da profissão; jam ais a ABF como Instituição regulamentadora da profissão.  Prof. Cídio Lopes de Almeida        "PROJETO DE