A religião como base de corrupção!

Quem nunca fez uma promessa?

A religiosidade brasileira tem seu começo com o Catolicismo Português. Podemos olhar essa modalidade de religiosidade,  que dominou por aqui durante muito tempo, como o berço da corrupção.

Ora, então vejamos:  "colocar o santo Antônio" de cabeça para baixo para conseguir casamento; não vou aqui fazer longas citações de promessas ao santo. O que quero destacar é o caráter de corrupção do sagrado. O leitor deve conhecer várias outras promessas.

A ideia é a barganha; fazendo isso, ganho isso. Logo, um tipo de coação para obtenção de benefícios.

Se passarmos para a febre das Igrejas de Televisão e Rádio o que temos? "Quem dá recebe!"; faça promessa e receberá!

Outro aspecto da corrupção nas Instituições, salve raras excessões, são seus governos. Não são democráticas; Mesmo a Igreja Católica que goza de uma tranquilidade financeira; que de fato presta serviços à comunidade; que contribui de longa data com a própria constituição do Brasil; nela o governo é masculino e vem de cima. Essencialmente e Legalmente não há participação do povo; dos seus fiéis.

Doutro lado, as Igrejas de Televisão não são democráticas e muito menos transparentes. O dinheiro que entra ninguém sabe de seu volume; e como ele é gestado.

Portanto, não temos experiências de democracia nessas Instituições. Logo, falar da Grande corrupção e se portar imaturo diante da Democracia é algo que se explica por aqui. Se não temos em Instituições fundamentais na cultura brasileira o experimento da Democracia, como podemos saltar para a Política de Estado e sermos Democráticos? Ilusão.

Não nascemos democráticos, aprendemos. Aprendemos nas Escola, na Igreja, em Casa, no Club. Porém, quais experiências de governos temos nas citadas Instituições? Simples, reproduzimos as pequenas intransigências na grande política.











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